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  • Marketing direto e indireto após LGPD: como as estratégias mudam

A atividade promocional não pode ser separada da análise e tratamento de um conjunto de dados pessoais e não pessoais relativos aos clientes da empresa. Portanto, o cumprimento da legislação de privacidade torna-se essencial para evitar penalidades e danos à reputação. Conselhos para conformidade com a LGPD.

A LGPD chegou para ficar e muita coisa mudou. Desde as farmácias pedindo seu CPF na hora da compra, até câmeras Axis que “borram” os rostos das pessoas para manter sua privacidade. Você não pode pensar em fazer negócios sem marketing e não pode fazer marketing sem considerar a privacidade do cliente. Especialmente depois da LGPD. A atividade promocional não pode ser separada da análise e tratamento de um conjunto de dados pessoais e não pessoais relativos aos clientes da empresa. Idade, sexo, local de residência, preferências. Estes são apenas alguns dos dados pessoais úteis aos profissionais de marketing, de forma a afinar e tornar cada ação mais eficiente e transformar uma pessoa interessada em cliente da empresa.

A base jurídica para a realização deste tipo de atividade é essencialmente o consentimento. A empresa, de fato, deve adquirir o consentimento nas formas e formas prescritas no art. 6 letra A do GPDR europeu parágrafos 42 e 43.

Você não pode pensar em fazer negócios sem marketing e não pode fazer marketing sem considerar a privacidade do cliente. Especialmente depois da LGPD. A atividade promocional não pode ser separada da análise e tratamento de um conjunto de dados pessoais e não pessoais relativos aos clientes da empresa. Idade, sexo, local de residência, preferências. Estes são apenas alguns dos dados pessoais úteis aos profissionais de marketing, de forma a afinar e tornar cada ação mais eficiente e transformar uma pessoa interessada em cliente da empresa.

O consentimento deve ser dado para cada finalidade de processamento diferente. Para o perfil do interessado, por exemplo, é necessário solicitar anuência.

A solicitação de consentimento pode ser dispensada somente quando certas condições forem atendidas:

Quando o titular dos dados já é cliente da empresa e apenas para produtos ou serviços similares (o chamado Soft spam). Neste caso, é necessário que o interessado seja: já é cliente do controlador de dados, forneceu dados de contacto pessoal (por exemplo, o endereço de e-mail) no contexto da venda, as mensagens promocionais devem ser enviadas diretamente pelo proprietário e não de terceiros, devem dizer respeito a produtos e serviços semelhantes aos já adquiridos e deve ser oferecida ao cliente a possibilidade de se opor ao tratamento em questão. No caso de a ação promocional ser realizada por telefone com operador ou correio em papel e o interessado não se opor. Nesse caso, o Código de Privacidade revisado, no art. O parágrafo 1 do 130, intitulado “comunicações indesejadas”, faz um esclarecimento sutil, mas importante.

Essas comunicações, de fato, são permitidas ao contratante ou usuário que deu o consentimento ou não se opôs. Devemos, portanto, estar atentos ao interessado que não é uma “pessoa física”, mas sim um “usuário ou contratante”. O âmbito de aplicação desta regra, portanto, estende-se desde as pessoas físicas até as pessoas jurídicas.
Interesse legítimo: a base jurídica do marketing O considerando 47 menciona a possibilidade de o tratamento para fins de marketing direto poder ser considerado um interesse legítimo.

No entanto, isso não permite o processamento indiscriminado de quaisquer dados pessoais para fins de marketing direto, atenção. O interesse legítimo do proprietário deve sempre ser equilibrado com os direitos e liberdades do titular dos dados (especialmente se o titular dos dados for menor) e também as expectativas razoáveis ​​do mesmo devem ser levadas em consideração com base na relação entre os dois.

Certamente, no futuro, novas possibilidades de utilização desta base jurídica se abrirão, mas, no momento, a única possibilidade em relação aos tratamentos com fins promocionais parece ser o soft spam (de que falamos anteriormente).

Se, então, o intermediário compartilhar os dados de forma não anônima, ele deverá recorrer à empresa receptora como o processador de dados nos termos do art. 28, ou estabelecendo uma relação de propriedade conjunta mediante a elaboração de um contrato e o estabelecimento de obrigações e responsabilidades de cada parte.

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  • Operadoras brasileiras não suportam o chip duplo no lançamento do iOS 12.1

O novo recurso de SIM duplo da Apple, disponível nos modelos iPhone XS e XR, foi ativado com o iOS 12.1 na terça-feira, mas as três maiores operadoras de celular do Brasil não suportam o recurso no lançamento.

Embora o iPhone agora suporte a funcionalidade dual SIM, as três principais operadoras do Brasil – Oi, Vivo Móvel Empresas, TIM – atualmente não possuem a tecnologia. A tecnologia da Apple conta com um cartão SIM físico primário e um eSIM virtual, cada um dos quais pode ser configurado como uma linha separada.

A Vivo, a maior das três, parece ter os maiores problemas pela frente, relata o Jornal Globo. Citando pessoas familiarizadas com o assunto, a publicação lista várias limitações da solução da Apple.

Atualmente, quando uma conta da Vivo Empresas é adicionada ao SIM secundário, ela é rebaixada para a funcionalidade 2G CDMA que carece da capacidade de oferecer suporte a MMS, sem falar no FaceTime ou em qualquer outra tarefa que consome muitos dados. A Vivo também diz que 30% de seus sites de celular são apenas LTE, o que significa que os usuários sofrerão um impacto significativo na cobertura se o suporte for lançado como está.

Essas desvantagens estarão presentes até que uma correção possa ser implementada, algo que a Apple diz estar trabalhando com a Vivo.

“Com base em nossas discussões com a Apple, acreditamos que essas preocupações serão resolvidas rapidamente e você poderá adicionar nosso excelente serviço da Vivo em sua linha secundária antes do final do ano”, afirmou a Vivo Empresas em comunicado. “Até que a linha secundária possa fornecer o conjunto completo de serviços de voz e dados de alta velocidade da Vivo, não ativaremos o serviço Vivo Móvel Empresas em nenhum eSIM. Isso inclui os iPhones de nossos próprios clientes com recursos de SIM duplo, bem como os iPhones nas redes dos concorrentes “.

Assim que os problemas forem atenuados, a Vivo adicionará suporte à funcionalidade dual SIM ao iPhone para duas linhas simultâneas da Vivo Empresas.
A Oi também diz que está atualmente trabalhando no suporte ao recurso e em breve o ativará assim que o software estiver pronto. A posição oficial da TIM no SIM duplo não é clara, mas a revista EXAME, citando um gerente de loja local, relata que o recurso não é suportado no momento.

Em setembro, a Apple revelou que seus mais recentes modelos iPhone XS e XR suportam a funcionalidade SIM duplo, permitindo que os proprietários utilizem dois planos de celular em um único dispositivo sem trocar constantemente os cartões SIM. A solução é ideal para roaming fora do país ou para configurar números pessoais e de trabalho para ambos irem para o mesmo telefone.

Um recurso comum de smartphone em países asiáticos como a China, o dual SIM é menos popular nos EUA, mas sua inclusão nos iPhones mais recentes pode aumentar a adoção.

O Dual SIM não estava disponível quando o iPhone XS ou XR foi lançado em setembro e outubro, respectivamente, mas foi implementado na recém-lançada atualização do iOS 12.1.

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  • Mitos e verdades sobre internet que as empresas ainda acreditam

O marketing digital vem atraindo cada vez mais empresas para o ambiente online. Muitas, inclusive, já sustentam parte de suas operações na rede. O problema é que, a despeito da popularização, ainda existe muita desinformação a respeito deste assunto circulando. Em nosso artigo, falaremos de 5 mitos e verdades sobre internet que as empresas ainda acreditam.

São crenças que surgem em sua grande maioria por falta de informação. E sabemos bem que a própria internet pode atrapalhar na hora de desfazer os enganos! Afinal, há muitos dados errôneos ou incompletos circulando na rede como se fosse verdade. Para os desconfiados, é só mais uma razão para torcer o nariz. Quer desfazer de uma vez por todas estes mitos? Então continue a leitura!

1. Manter uma presença online custa caro

Um dos grandes mitos sobre a internet é que custa muito caro para fazer divulgação ou marcar presença. Embora o retorno seja proporcional ao investimento, é possível colher bons resultados mesmo sem gastar rios de dinheiro. As micro e pequenas empresas podem aproveitar o inbound marketing, por exemplo, e trabalhar com suas mídias sociais.

É preciso considerar também que mesmo sem perfil em uma destas plataformas, ou um site próprio, a sua empresa está online. A razão por trás disto é simples: os clientes vão comentar a respeito da sua marca na internet. Logo, de uma forma ou de outra, algo a respeito do seu empreendimento estará na rede.

2. A internet não dá lucro

Os empreendedores mais tradicionais costumam ter dificuldade para entender que uma presença online não significa custo, mas investimento. Mais difícil ainda é visualizarem de que modo estar conectado pode trazer lucros para a empresa. Em geral, estes empreendedores têm a visão de que uma divulgação que não leve à venda direta, é uma desvantagem.

Perdem com isto a chance de conhecer melhor o seu público-alvo, e de interagir com a audiência para gerar reconhecimento. Os insights que são extraídos desta relação podem inclusive influenciar os produtos e serviços oferecidos, aprimorando-os. Com a dose adequada de tempo, planejamento e monitoramento, é certo que o lucro irá surgir.

3. É preciso um grande conhecimento técnico

Seja em razão da terminologia do marketing digital ou das ferramentas utilizadas na internet, ainda há quem veja este ambiente como excessivamente técnico. Sendo assim, acreditam ser necessário grande conhecimento especializado para lidar com a internet. Nada poderia estar mais longe da verdade.
QHoje as ferramentas digitais são intuitivas e as técnicas de marketing digital podem ser aprendidas gratuitamente. Isto significa que habilidades de programação ou formações técnicas não limitam o público que pode trabalhar online. Ademais, inúmeras empresas de outsourcing oferecem serviço de orientação e suporte para facilitar estes processos.

4. Minha empresa precisa de senhas com números e caracteres

Aqui temos uma grande verdade sobre o ambiente em rede. Afinal, as senhas muito fáceis ou que remetam a fatos do usuário, como o aniversário, podem ser adivinhadas facilmente. Como os cibercriminosos possuem ferramentas sofisticadas, é fundamental criar senhas mais robustas.

Além disto, elas devem ser trocadas periodicamente. Existem softwares no mercado, como o Kasperspy Password Manager, que ajudam os negócios a gerenciar as suas senhas. Assim não correm o risco de esquecer a combinação de letras, números e caracteres especiais.

5. Não é só para as grandes empresas

Por fim, é importante desfazer o mito de que negócios pequenos não precisam da internet. Muito pelo contrário. Para começar, existem 116 milhões de pessoas conectadas à internet no Brasil. Certamente o seu público-alvo está presente na rede.

Em segundo lugar, vimos que é possível trabalhar uma presença ou serviço online mesmo com investimentos modestos. Basta dispor das estratégias corretas para conseguir tirar proveito deste ambiente.

Estes foram os principais mitos e verdades sobre internet que as empresas ainda acreditam. Você tem algum destes receios? Não deixe que eles impeçam a sua empresa de se beneficiar do cenário online!

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